Música para as crianças do Mundo

Quando as palavras ainda não chegaram, a música chega antes.

Musicoterapia infantil integrada à Metodologia ABA/DENVER, em São Paulo. Mais de 18 anos ajudando crianças a se comunicar, se regular e se aproximar — no ritmo delas.

  • 18+ anos de clínica
  • Musicoterapeuta e neuropsicóloga
  • Presencial em São Paulo
  • Autismo · TDAH · Ansiedade
Conversar pelo WhatsApp

Sem formulário e sem compromisso. Você conta a história e a gente vê se faz sentido.

Cristiane Ruivo e uma criança atendida, as duas rindo, segurando uma pulseira de miçangas feita na sessão

Talvez você reconheça isso

  • Você já explicou o diagnóstico tantas vezes que decorou as palavras — e ainda não sabe o que fazer quando ele chora e você não descobre o motivo.
  • Você já ouviu “é fase, vai passar” de gente que ama vocês dois.
  • Você pesquisa terapia às onze da noite, no escuro, porque é o único horário em que a casa fica quieta.
  • Você não quer mais promessa. Quer alguém que entenda o seu filho e te diga a verdade.

Se alguma dessas frases parece escrita sobre você, é porque muitas mães chegaram aqui exatamente assim. O trabalho começa por escutar — a criança e você.

Quem atende

Cada criança chega com uma história — e com um ritmo próprio.

A musicoterapia trabalha com o que a criança já traz: som, movimento, voz, silêncio. A partir disso se constrói comunicação, regulação e vínculo.

Criança escrevendo figuras rítmicas num quadro branco, ao lado de um piano
  • Autismo (TEA)

    Comunicação verbal e não verbal, interação social e tolerância a estímulos — musicoterapia associada ao método ABA/DENVER.

  • TDAH

    O ritmo como ferramenta de foco. Atividades musicais estruturadas que sustentam a atenção e organizam o comportamento.

  • Ansiedade

    Crianças e adolescentes com transtorno de ansiedade: respiração, expressão e recursos concretos de autorregulação.

  • Neurorreabilitação

    Estimulação motora, cognitiva e da linguagem por meio da música, em articulação com a equipe que acompanha a criança.

A abordagem

Três linguagens que se somam: a música, a evidência e o cérebro.

A música alcança lugares onde outras abordagens não chegam. Combinada a um método estruturado e à leitura neuropsicológica da criança, o avanço deixa de ser sensação e passa a ser acompanhável.

Musicoterapia

A música como ponte

Som, ritmo, instrumentos e canções usados como recurso terapêutico — não como aula de música. A criança não precisa saber tocar nada, nem gostar de música.

A música ativa emoção, memória, cognição e movimento ao mesmo tempo. Na prática, isso cria acesso. E onde há acesso, há desenvolvimento possível.

ABA / DENVER

Estrutura e medida

A Metodologia ABA/DENVER traz objetivos definidos, registro de progresso e intervenção precoce baseada em evidência.

Integrada à musicoterapia, transforma a sessão em processo acompanhável: você sabe o que está sendo trabalhado e enxerga cada avanço.

Neuropsicologia

O mapa antes do caminho

Quatro anos de atuação em neuropsicologia para entender como aquela criança específica presta atenção, memoriza, se organiza e se regula.

É esse mapa que define quais objetivos fazem sentido para ela — em vez de aplicar o mesmo plano a crianças que não são iguais.

Crianças em sessão de musicoterapia em grupo, com tambor, pandeiros e chocalhos no chão
Tambor, pandeiro, chocalho, sino: instrumentos escolhidos por serem imediatos. A criança produz som antes de aprender qualquer coisa — e é por aí que o trabalho começa.

Como começa

Três passos, e nenhum deles é um salto no escuro.

A maior parte das mães não hesita por dúvida sobre a terapia. Hesita por não saber o que vem depois de mandar a mensagem. Então: vem isto.

Primeiro

Uma conversa

Você manda mensagem e conta a história do seu filho. Sem formulário, sem triagem, sem compromisso. Se não for o caminho para ele, você vai ouvir isso.

Depois

Avaliação inicial

Um encontro para conhecer a criança: como ela responde ao som, ao ritmo, à presença. E uma conversa com você, que conhece seu filho melhor do que qualquer profissional.

Então

Um plano com objetivos

Você sai sabendo o que vai ser trabalhado, em qual formato, com qual frequência — e como vai acompanhar cada avanço ao longo do processo.

O diferencial

Quem entra na sessão é a criança e a família.

Nenhuma criança se desenvolve sozinha — e nenhuma mãe deveria carregar isso sozinha.

Você participa do processo: entende o que está sendo trabalhado, leva recursos para o dia a dia e acompanha cada avanço de perto. É esse trabalho conjunto que faz o resultado durar fora da sessão.

Dentro da sessão

Não é aula de música. É isto.

Trechos de atendimentos reais, publicados com autorização das famílias.

Formatos de atendimento

Quatro caminhos, escolhidos conforme o que a criança precisa.

  • Individual

    Sessão individual

    Atenção exclusiva, com objetivos definidos na avaliação e revisados ao longo do processo.

  • Grupo

    Sessão em grupo

    Pequenos grupos para desenvolver turnos de fala, escuta do outro e convivência — com a música como mediadora.

  • Domiciliar

    Atendimento em casa

    Para crianças que se organizam melhor no ambiente familiar ou têm dificuldade de deslocamento.

  • Consultório

    Consultório próprio

    Espaço preparado, com instrumentos e materiais pensados para o atendimento infantil.

Sobre Cristiane Ruivo

“Já vi uma criança que não se comunicava olhar para um instrumento e, pela primeira vez, responder ao mundo. Não foi com palavras. Foi com som.” Cristiane Ruivo

São mais de 18 anos atendendo crianças e adolescentes em São Paulo, à frente da C de C Ruivo Musicoterapia — com atendimentos individuais e em grupo, supervisão de equipes multidisciplinares e gestão de projetos terapêuticos.

Nos últimos quatro anos, a neuropsicologia passou a caminhar junto com a musicoterapia: uma entende como a criança pensa, a outra encontra por onde chegar até ela.

Uma formação que reúne várias áreas, e que na prática significa olhar a criança por inteiro: o desenvolvimento, o corpo, o aprendizado e aquilo que ela ainda não consegue colocar em palavras.

Formação

  • Musicoterapeuta — especialista em Música e Interdisciplinaridade pela UFOP
  • Neuropsicóloga — ênfase em reabilitação cognitiva, 4 anos de atuação
  • Pedagoga — Universidade de São Paulo (USP)
  • Membro do Instituto de Psiquiatria Infantil — FMUSP
  • Psicopedagoga
  • Psicanalista infantil
  • Metodologia ABA/DENVER
  • Terapeuta Ocupacional — em formação
  • Nutricionista — em formação

Reconhecimentos e publicações

  • Embaixadora pela PazUNESCO · 2025
  • ComendadoraGoverno do Estado de São Paulo · 2025
  • Musicoterapeuta Referência do BrasilRevista Qualidade Brasil · 2024
  • Série Práticas que TransformamTrês e-books publicados · 2024

Perguntas que chegam antes da primeira sessão

As dúvidas que toda mãe tem — e que ninguém gosta de perguntar.

Meu filho não gosta de música. Isso funciona para ele?

Funciona. Musicoterapia não é aula de música e não depende de a criança gostar de música. O trabalho parte do que ela já faz com o som — inclusive tapar os ouvidos. A recusa também é informação, e muitas vezes é o primeiro ponto de contato.

Ele precisa saber tocar algum instrumento?

Não. Nenhum conhecimento musical é necessário, nem da criança nem da família. Os instrumentos são recursos, não conteúdo a ser aprendido.

Em quanto tempo eu vejo resultado?

Depende da criança, e qualquer profissional que prometa prazo está prometendo o que não pode. O que existe é o contrário disso: objetivos definidos na avaliação inicial e registro de progresso ao longo do processo. Você acompanha o avanço em vez de esperar por ele.

Musicoterapia substitui as outras terapias dele?

Não. Ela soma. O trabalho é feito em articulação com a equipe que já acompanha a criança — fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, escola. Quando as abordagens conversam, a criança avança mais.

E se a musicoterapia não for o melhor caminho para o meu filho?

Você vai ouvir isso na primeira conversa. Dezoito anos de clínica também servem para reconhecer quando outro profissional é o encaminhamento certo.

Como funcionam valores e frequência?

São definidos junto com você depois da avaliação inicial, conforme o formato escolhido e a frequência que faz sentido para a criança e para a rotina da família.

Para profissionais e instituições

Palestras, formações e supervisão de equipes.

Além do atendimento clínico, Cristiane leva a musicoterapia para escolas, clínicas multidisciplinares, congressos e equipes pedagógicas — com foco em neurodiversidade e desenvolvimento infantil.

  • O impacto da música no cérebro e no comportamento
  • Musicoterapia aplicada ao Transtorno do Espectro Autista
  • Estratégias musicais para regulação emocional
  • A música como ferramenta de comunicação e vínculo
  • Musicoterapia integrada a facilitadores digitais

Música para as crianças do Mundo

Me conte sobre o seu filho.

Uma mensagem, no seu tempo. Você não precisa ter as palavras certas nem o diagnóstico em mãos — só a vontade de começar a conversa.

Conversar pelo WhatsApp

Respondo pessoalmente. Sem formulário, sem compromisso.

Se a sua família já é atendida aqui

Você contaria a sua história para outra mãe?

Quem está começando agora confia mais em quem já passou pelo processo do que em qualquer coisa que eu escreva sobre o meu trabalho. Se quiser dividir a sua experiência, três perguntas bastam:

  • Teve algum momento em que ele se comunicou de um jeito que te surpreendeu?
  • Tem alguma situação do dia a dia que era impossível antes e hoje é possível?
  • E o que mudou para você nesse processo?
Contar a nossa história

Você escolhe como aparecer — nome, apenas a inicial, ou de forma anônima. Nada é publicado sem a sua autorização.

Antes de você fechar a página

Se você leu até aqui, já fez a parte mais difícil.

Procurar já é cuidar. Você não precisa decidir nada hoje — nem ter as palavras certas, nem o diagnóstico pronto, nem a certeza de que é este o caminho. Quando fizer sentido, do outro lado tem uma pessoa esperando para escutar a história do seu filho.

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